O adolescente natural Maryland, nos Estados Unidos, criou um  sensor  100 vezes mais sensível e 28 vezes mais rápido que os testes existentes no mercado.

A descoberta de Jack Andraka foi hoje reconhecida com o grande prémio da feira de ciência e engenharia Intel ISEF, que decorreu em Pittsburgh, com esta vitória arrecadou um prémio de 75 mil dólares montante que o deixou em completa histeria.

Portugal contou com a participação de duas equipas que infelizmente não receberam qualquer prémio, sendo que uma das maiores surpresas da feira foi o insucesso das equipas brasileiras onde, das duas dezenas de participantes que representaram o país apenas duas ganharam um quarto e terceiro lugar.

O sensor criado por Andraka já se encontra em processo de patente, tal é a inovação contida no projecto. O adolescente baseou-se nos testes para diabéticos e criou um sensor simples que testa urina e sangue e usa um biomarcador para o cancro pancreático, um dos mais mortíferos.