O dia de ontem foi passado em duas das cidades da região do Oeste em que o Politécnico de Leiria marca presença: a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM), em Peniche, e a Escola Superior de Arte e Design (ESAD), nas Caldas da Rainha.

Em Peniche, em específico, os participantes passaram a manhã a realizar atividades práticas no MARE, um centro de investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação, que se descreve como “orientado para os problemas e desafios da sociedade” e “com competências técnicas e científicas para abordar todos os ecossistemas aquáticos, incluindo bacias hidrográficas e áreas adjacentes, estuários, ecossistemas marinhos costeiros e oceânicos”.

 

 

A manhã foi passada dividida em quatro estações: medição do potencial antioxidante, prova de um bolo de limão e microalgas, estudo do comportamento de ouriços do mar e análise da química do pão. A investigadora do MARE, Filipa Pinto, explicou que esta última atividade teve como objetivo “mostrar o que está para além do que fazemos na cozinha, mostrando como existem reações químicas na base e qual o efeito que os recursos marinhos podem ter”.

Já na atividade de prova de um bolo de limão e microalgas, a investigadora responsável explicou que o objetivo passou por avaliar se a presença deste último elemento seria percetível e agradável, tendo em vista “ter um produto diferenciador com benefícios para o consumidor e que seja agradável”.

 


Luz e tinta nas Caldas

Seguiu-se uma viagem ate às Caldas da Rainha, para um conjunto de experiências práticas e criativas que aguardava os participantes. Uma das atividades envolveu a criação de uma imagem a partir de objetos recolhidos na natureza e depois de fazer a revelação. No final, foi possível criar um pequeno caderno de apontamentos, explicou o docente responsável pela atividade: “Os participantes não fizeram apenas uma imagem, mas sim um objeto utilitário para ficar como recordação”.

 

 

Noutro dos espaços da ESAD, a proposta cruzou serigrafia, colagem e pintura. A docente que dinamizou a atividade explicou que esta foi uma forma dos participantes “terem acesso a um leque abrangente” de técnicas, com o objetivo de criar um saco a partir da impressão em tecido. O tema explorado foi o dos grafittis na zona Oeste, nas localidades das Caldas da Rainha, Peniche, Nazaré e Leiria, relacionando os mesmos com a arquitetura local.

De regresso a Leiria, a noite ainda guardou uma última atividade: a atuação da tuna Tum'acanénica, a Tuna mista da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS).

A Leiria-In continua hoje, com o último dia de atividades. Acompanha tudo nas redes sociais da Forum!