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O EF English Proficiency Index (EF EPI) - o ranking mundial que avalia a proficiência linguística de pessoas cuja língua nativa não é a língua inglesa, divulgado todos os anos pela EF Education First - coloca o País no nível de proficiência “Elevada”.

Suecos, holandeses, singapurenses, noruegueses e dinamarqueses dominam o ranking, mas no sul da Europa, Portugal é o país que melhor
figura faz: Grécia (23.º), Espanha (32.º), Itália (34.º) ou França (35.º) foram avaliados com um nível de proficiência “Moderada”. Estudar uma língua no estrangeiro, imerso na cultura e longe da língua nativa é um dos segredos dos nórdicos para tão bem falar o inglês. Aliás, uma tendência cada vez mais seguida pelos portugueses, de acordo com a EF.

Num país onde o Ensino Superior é dominado por mulheres, não é de admirar que as mulheres portuguesas tenham um nível elevado de inglês. Aliás, um valor bastante superior à média dos homens de todo o Mundo. As portuguesas saem do exame com 60,65 pontos, enquanto a média dos homens mundiais não vai além de 52,88. Os homens portugueses também fazem boa figura (58,66), ainda que dois pontos atrás das mulheres neste ranking do domínio da língua inglesa. Em todo o Mundo, ninguém bate as suecas (71,73 pontos) em proficiência em inglês. Neste ranking feminino seguem-se as mulheres da Holanda (70,62), Singapura (69,63), Noruega (68,43) e África do Sul (67,85). Os países africanos são em geral aqueles onde a disparidade entre mulheres e homens é maior. De facto, as mulheres da Etiópia (52,48), Algéria (46,50), Marrocos (50,50) e África do Sul (67,85) dominam a língua muito melhor que os homens dos respectivos países (em média, conseguiram neste estudo mais 3 pontos). Já a América Latina e o Médio Oriente são as regiões em que, em média, há menos diferenças entre sexos. A Arábia Saudita é, entre os países onde os homens melhor dominam o inglês, aquele onde, porém, a diferença é mais acentuada: 3.04 pontos.

Dos 88 países estudados, só 16 fazem parte do grupo em que os homens têm melhor proficiência em inglês que as mulheres. Sendo que desses 16, quatro (Panamá, Venezuela, Colômbia e Chile) têm uma diferença menor a 1 ponto. O que, técnicamente, pode ser considerado um empate. Este ranking de países onde os homens domínam o inglês, em relação às mulheres, é liderado pela já referida Arábia Saudita e completado pela Eslovénia (diferença de 2.43 pontos), Camboja (2.28), Dinamarca (2.16), Irão (1.84), Sérbia (1.68), China (1.42), Malásia (1.38), Iraque (1.33), Hong Kong (1.2), Lituania (1.1) e México (1.03). 

Outra das conclusões deste estudo é que quanto maior o acesso à internet melhor é a proficiência em inglês da população de um país. Portugal é, porém, uma das excepções do estudo. O nosso País, apesar de se ficar pelo lugar 35 da lista dos 88 países analisados – no que a penetração da internet diz respeito - , é o 19.º melhor do mundo no que respeita a bem falar inglês. Segundo os dados, a correlação entre população que usa a internet e a proficiência em inglês é maior do que a correlação da proficiência em inglês e o investimento per capita de cada governo na Educação.

Dos 88 países analisados, 28 não disponibilizam dados sobre o investimento em Educação. O EF English Proficiency Index utiliza dados do Banco Mundial, CIA World Factbook, ETS, e IELTS. O EF EPI 2018 avalia 88 países e territórios (mais oito do que no ano passado), com base em dados de mais de 1,3 milhões de adultos que fizeram o EF Standard English Test (EF SET), o primeiro teste padronizado de inglês gratuito a nível mundial – que tu também podes fazer.

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