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Politécnico de Leiria, Nerlei e Cefamol revelam a atribuição de 53 bolsas por 39 empresas no ano letivo 2019/2020. Um dos principais objetivos passa por reter talento, afirmando a região. 

Durante o próximo ano letivo, 39 empresas patrocinam 53 bolsas Politécnico de Leiria + Indústria a estudantes das Escolas do Politécnico de Leiria. O anúncio foi integrado no evento com o mesmo nome que incluiu também a análise do apoio prestado ao abrigo deste protocolo, ao longo do último ano letivo. 

Desta forma, a vice-presidente do Politécnico de Leiria, Ana Sargento, revelou que, em 2018/2019, a parceria entre as três entidades resultou na realização de mais de 60 visitas de estudo e 2.793 estágios, mais de 260 seminários e aulas abertas com oradores das empresas, e mais de 140 projetos de licenciatura e mestrado aplicados a empresas.

No âmbito dos objetivos da parceria Politécnico de Leiria + Indústria para 2019/2020, Ana Sargento enumerou quatro: o alargamento do impacto do protocolo a todas as Escolas, o aumento do número de bolsas e empresas envolvidas, o alargamento da possibilidade da aproximação das empresas a outras formas de apoio, e o aumento da interação dos estudantes que recebem as bolsas com as empresas que os apoiam.



João Faustino Cidália Ferreira Rui Pedrosa António Poças 1


Durante a sessão, o Politécnico de Leiria, a Associação Empresarial da Região de Leiria (NERLEI) e a Associação Nacional de Indústria de Moldes (CEFAMOL) lançaram ainda o programa Mestrados + Inovação, que inclui o apoio financeiro das empresas a estudantes que desenvolvam projetos relevantes para as mesmas. Outra das novidades aninciada é o programa de “labelling” e remodelação de quartos nas residências de estudantes, em que as empresas ajudam financeiramente para a criação de melhores condições. 

De acordo com o regulamento dos anos anteriores, as bolsas são atribuídas aos estudantes que tenham ingressado no curso com a nota de candidatura mais elevada. O critério de desempate faz-se pela aplicação de quatro critérios adicionais: escolha do curso do Politécnico de Leiria como primeira opção; média das provas de ingresso mais elevada; média do Ensino Secundário mais elevada; e idade (com prioridade para os estudantes mais jovens). 

O mesmo documento estipula que o apoio é de "valor igual à propina fixada pelo Politécnico de leiria para o ano letivo em causa", consistindo no seu pagamento..

Afirmar a região

Presente na sessão, o presidente do Politécnico de Leiria, Rui Pedrosa, sublinhou a relevância desta iniciativa. "É muito importante atrair e reter talento para garantir a grande competitividade que existe entre os territórios", salientou, antes de acrescentar: "Este protocolo Politécnico de Leiria + Indústria afirma cada vez mais o território".

 

"É muito importante atrair e reter talento (...). O protocolo
Politécnico de Leiria  + Indústria afirma 
cada vez mais o território".
Rui Pedrosa, presidente do Politécnico de Leiria

 

Já o presidente da Cefamol, João Faustino, demonstrou o seu agrado pelo envolvimento neste projeto, iniciado em 2013, e pela consequente evolução. "Passámos de sete bolsas no primeiro ano para 41 bolsas e sete empresas, em 2018, para 33, o que equivale a um investimento líquido de 150 mil euros, e claro, à força de vontade". O projeto terá impacto directo na competitividade da região, sublinhou: "É preciso termos melhores soluções para o aumento da competitividade e o fomento exponencial da qualidade para chegarmos aos nossos pares internacionais".

Por sua vez, o presidente da Nerlei, António Poças, frisou a importância do protocolo assinado e da sua efetividade no terreno, bem como das empresas que se associaram a esta iniciativa. "O alargamento das bolsas a todas as áreas de formação do Politécnico de Leiria potencia robustez e flexibilidade, que podem ajudar na resolução de dificuldades que as empresas possam ter", destacou, acrescentando que, neste sétimo ano de protocolo, a aposta deverá passar pelo "reforço da qualidade da parceria e no fortalecimento da cooperação positiva entre empresas e estudantes"

Para um dos representantes do tecido empresarial presente na sessão, José Bancaleiro, CEO da Stanton Chase, as pessoas são o ativo mais importante das organizações. "Liderar passa por fazer um investimento de tempo e energia e criar emoção nas pessoas", destacu, salientando a importãncia de atrair e reter talentos nas empresas.

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