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A importância das florestas é inegável apesar de nem sempre a prática ser a de as proteger. Os engenheiro florestais têm como principal missão a de planearem e protegerem estes recursos vitais para a vida na terra.

Funções: Elaboração de projectos de florestamento e reflorestamento para fins industriais.
Planeamento do plantio e corte de árvores e combate dos factores que reduzem a cobertura
florestal de determinada zona. Realização de pesquisas sobre a produção e selecção de sementes,
procurando melhorar as características genéticas de cada espécie. Identificação e classificação das
diversas espécies de árvores e análise das suas capacidades de adaptação ao ambiente.
Desenvolvimento de estudos para a preservação de parques e recursos naturais, recuperação de
áreas degradadas e avaliação de impactos ambientais.


Áreas de Actuação: Prevenção – Nesta área o engenheiro florestal determina medidas de manutenção e protecção contra pragas e fogos florestais; Gestão – Orienta a exploração de madeiras, determinando os tipos de árvores mais adequados às necessidades das indústrias. Realiza também a gestão dos recursos naturais renováveis, como a silvopastorícia, vida selvagem, ordenamento da caça, da pesca e da aquicultura em águas interiores, da apicultura e do aproveitamento da floresta.


Requisitos: Gosto pelas questões ambientais e ecológicas e por estar em permanente contacto com a natureza. Curiosidade sobre o desenvolvimento dos ecossistemas. Sendo o ambiente uma área interdisciplinar, é necessária apetência para o trabalho em equipa bem como capacidade comunicativa e relacional.


Onde exercer: Actualmente, existe, quer a nível estatal quer privado, um conjunto bastante vasto de instituições que empregam engenheiros florestais. São exemplos, a nível da função pública, o Instituto Florestal, Instituto de Conservação da Natureza, Câmaras Municipais, Ministério
do Ambiente, da Agricultura e do Planeamento, Instituto Nacional de Investigação Científica, Centro Nacional de Investigação Geográfica, entre outros. O ensino técnico-profissional é uma outra via, bem como o sector empresarial de celulose, madeira e cortiça, cinegética (caça turística) e associações ecologistas.


Mercado de Trabalho: Como a maior parte destes profissionais trabalha para o Estado, o acesso à profissão faz-se por concurso público, estando dependente do número de vagas. Mas, tal como as outras profissões ligadas ao ambiente, esta é uma profissão que vai aumentando a sua relevância. A importância crescente do sector florestal para a produção de bens e serviços ambientais e ligados ao turismo faz com que esta profissão tenha boas perspectivas de emprego.

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O Instituto Politécnico de Viseu e a equipa do projeto LEE organizam o Colóquio Internacional "Línguas Estrangeiras e Empregabilidade" que decorre na Escola Superior de Educação a 29 de novembro.

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23 Novembro 2018

A experiência de jovens sub-35 contada na 1.ª pessoa foi o mote desta iniciativa da Forum Estudante e do consórcio Maior Empregabilidade, realizada ontem no Auditório da Escola Superior Agrária (ESAC), com o apoio do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC). Um momento de partilha de expetativas, obstáculos e sucessos de ex-alunos desta instituição com estudantes do secundário e do ensino superior ansiosos por saberem como é a transição da vida académica para o mercado de trabalho.

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10 Outubro 2018

Neste novo ano letivo, a Forum recupera uma das suas rúbricas históricas – "Profissões Para...". Todas as edições, damos-te a conhecer várias opções para um futuro ligado a uma vocação. Para mais informações sobre estas saídas profissionais (como cursos, médias ou vagas), visita forum.pt. Para começar, trazemos-te seis formas de fazer da Natureza o teu local (ou objeto) de trabalho.