Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Última actualização:13:16 GMT

Hi5: forumestudante MySpace: forumestudante External Link: facebook.com/pages/FORUM-ESTUDANTE/314359796460 Twitter: forum_estudante External Link: www.forum.pt/index.php?format=feed&type=rss
Estás aqui:
Princesas do Mar
2012-05-24 15:59:58

Saudações,

Quando era pequenita ficava sempre encantada com os principes e as princesas, principalmente a bela e o monstro e a Ariel. Achava bastante caricatas várias das situações, aliás, eram desenhos animados, é natural ! (:

Mas hoje vou deixar esta princesa em paz e vou falar de outras... Senhoras e Senhores, estas são as Princesas do Mar! :)

A série criada pelo escritor e ilustrador brasileiro - Fábio Yabu.

A série passa-se em Salácia, um reino escondido no fundo do mar onde vivem príncipes e princesas e cada qual de uma espécie de animal marinho diferente. O povo desse reino esconde-se do povo da Terra Firme para que eles não enfrentem grandes batalhas uns contra os outros. Polvina, Tubarina e Ester são três princesas amigas muitooooo curiosas que estudam na escola da professora Márcia e passam o seu tempo a desvendat os mistérios de Salácia-o seu reino.

Novo Tema !
2012-05-24 15:53:09

Olá a todos e a todas,

O tema desta semana é, na minha opinião, muito engraçado! :) Apesar das minhas 16 primaveras continuo a adorar ver desenhos animados... Mas sei que não sou a única ;) Mas nunca tinha prestado muita atenção ao local onde se desenrola, é que na verdade, ao ver desenhos animados, volto ao meu espírito mais infantil e até me esqueço do resto! Vá, só ás vezes ;)

Espero que todos se divirtam a postar sobre este tema, que é na verdade diferente e super engraçado!

 

ARAU-COMUM (URIA AALGE)
2012-05-24 15:22:51

Nome: Arau-comum
Nome Científico: Uria aalge (Pontoppidan, 1763)
Família: Alcidae
Grupo: Aves
Classe: Aves

 

Tamanho: 26-50 cm.

 

Os araus-comuns passam o inverno no mar, para evitar o gelo, e só se deslocam a terra no verão. Nesta altura, acasalam e cada par põe um único ovo em escarpas apinhadas de aves e frequentemente fustigadas por ventos e chuvas fortes. Para evitar que as forças da natureza empurrem o seu ovo para o mar, os pais fixam-no às rochas com guano. Ao longo de 40 dias, revezam-se na incubação e depois, ambos alimentam o pinto. Com apenas 25 dias de vida e sem poderem voar, os pequenos araus lançam-se corajosamente ao mar durante a noite, para evitarem a predação das gaivotas. Durante os 2 primeiros meses no mar, são protegidos e alimentados pelo pai.

 

Nome: Papagaio-do-mar
Nome Científico: Fratercula arctica (Linnaeus, 1759)
Família: Alcidae
Grupo: Aves
Classe: Aves

Tamanho: 26-50 cm.


Estas aves passam a maior parte do ano no mar e só se deslocam a terra durante tempestades fortes ou, no verão para acasalarem. Nesta altura, o bico dos adultos adquire cores vivas e observam-se colónias numerosas em encostas com turfa e erva. Põem um ovo, em ninhos escavados na terra, que forram com penas, folhas e ramos. Os pais incubam o ovo durante 40 dias e depois, alimentam o pinto com peixe que chegam aprocurar a mais de 130 km da costa. Mas, por vezes, quando regressam, aves oportunistas como tordas e gaivotas roubam-lhes o peixe. Com cerca de 50 dias, os jovens acompanham os adultos e passam o resto do ano no mar.

Nome: Cherne
Nome Científico: Polyprion americanus (Bloch & Schneider, 1801)
Família: Polyprionidae
Grupo: Peixes Ósseos
Classe: Peixes

Tamanho: 101-200 cm.


Apesar da sua semelhança com a garoupa, o cherne possui algumas características que levam à sua classificação numa família distinta. Uma dessas características é a ligeira depressão que possui, na cabeça, por cima dos olhos. Os juvenis vivem debaixo de objectos flutuantes, enquanto que os adultos podem ser observados, geralmente solitários, em grutas ou destroços, daí o seu nome em inglês (wreck=destroço).

Atlântico Este, desde a Noruega até África do Sul; Atlântico Oeste, Newfoundland, Canada e Golfo do Maine até à Carolina do Norte e desde o Uruguai até à Argentina; Indico Oeste, Ilhas St. Paul e Amsterdam; Sudoeste do Pacífico e Nova Zelândia.

RAIA LENGA (RAJA CLAVATA)
2012-05-24 15:18:27

Nome: Raia lenga
Nome Científico: Raja clavata (Linnaeus, 1758)
Família: Rajidae
Grupo: Tubarões, raias e quimeras
Classe: Peixes

Tamanho: 51-100 cm.


A raia-lenga povoa águas costeiras de quase toda a Europa, desde a linha de costa até cerca de 300 metros de profundidade. O padrão de manchas e espinhos que lhe cobrem o dorso permitem-lhe viver perfeitamente dissimulada sobre os fundos de areia e rocha que habita. Reproduz-se entre os meses de Inverno e Primavera e, todos os anos, cada fêmea põe cerca de 150 ovos, protegidos por uma forte cápsula. Ao fim de 5 meses, nascem as pequenas raias, completamente formadas e semelhantes aos adultos.

Nome: Ouriço-do-mar
Nome Científico: Paracentrotus lividus (Lamarck)
Família: Echinidae
Grupo: Estrelas, ouriços e pepinos -do-mar
Classe: Invertebrados

Tamanho: 11-25 cm.


O ouriço-do-mar é um equinoderme, tal como as estrelas-do-mar e os pepinos-do-mar. Alimenta-se de outros invertebrados e de algas que raspa das rochas com os seus cinco dentes, localizados na superfície inferior do corpo. Estes dentes formam um bico e estão unidos num sistema de ossículos e músculos bastante complexo, denomidano Lanterna de Aristóteles. Não tem olhos mas o corpo está coberto por células sensíveis à luz. Assim que detecta luz, cobre-se com conchas, pequenas pedras e algas (!). Apesar de não parecer, estes animais movem-se com a ajuda de pés ambulacrários. O seu esqueleto duro e coberto de espinhos não é suficiente para os proteger de alguns caranguejos Europeus, estrelas-do-mar e peixes.

Nome: Morango-do-mar
Nome Científico: Actinia equina (Linnaeus, 1767)
Família: Actiniidae
Grupo: Anémonas, corais e medusas
Classe: Invertebrados

Tamanho: 0-10 cm.


O morango-do-mar ocorre em duas variedades, uma vermelha e outra verde. Possui uma coroa com cerca de 200 tentáculos e uma coluna, cuja base adesiva, apresenta um bordo azul. É muito territorial, atacando com os seus tentáculos, cobertos de células urticantes, todos os intrusos que ousam aproximar-se. Ocorre em costas rochosas, desde a zona limite das marés, até aos cerca de 2 m de profundidade. Possui uma grande tolerância à dessecação, permanecendo, se necessário, longas horas com os tentáculos recolhidos. A fecundação pode ser externa ou interna, dando-se o desenvolvimento da larva, neste caso, no interior da cavidade gastrovascular. Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e moluscos.

Nome: Anémona-do-mar
Nome Científico: Anemonia sulcata (Pennant)
Família: Actiniidae
Grupo: Anémonas, corais e medusas
Classe: Invertebrados

Tamanho: 26-50 cm.


Esta anémona é muito vulgar nos locais mais abrigados da zona-de-marés. Ao contrário de outras anémonas, não consegue recolher os seus longos tentáculos. Por isso, para minimizar as perdas de água durante a maré-baixa, reduz a superfície corporal exposta. Vive em simbiose com algas verdes (que lhe conferem a coloração típica), pelo que povoa locais junto à superfície e bem iluminados. Para além de obter substâncias nutritivas produzidas pelas algas que vivem no seu corpo, alimenta-se de pequenos peixes e crustáceos.

O peixe aranha possui junto de cada opérculo branquial um espinho venenoso e três dos raios da primeira barbatana dorsal também são venenosos. É a cor preta desta barbatana que mais facilmente o identifica. A sua picada pode provocar dores intensíssimas. Vive normalmente afastado das praias. mas aparece, de vez em quando, enterrado na areia a poucos centímetros de profundidade. Horas depois de morto ainda mantem o veneno activo. Quando se pesca ao fundo na praia é muito vulgar e geralmente morde em todo o tipo de isco natural. Qualquer pescador incauto que seja picado deve procurar rapidamente ajuda médica, na primeira meia hora podem ser executados algumas acções de modo a aliviar a dor. Primeiros Socorros: 0 tratamento por calor é aconselhado, o veneno destes peixes é termolábil, isto é, decompõe-se sob a acção do calor. A imersão da zona afectada em água à temperatura máxima suportável, ou mesmo a aproximação de um cigarro aceso à menor distância possível, podem ser soluções a aplicar durante a primeira meia hora. Depois de já ter passado algum tempo, o médico poderá receitar analgésicos ou mesmo injecções locais, que atenuarão a dor.