
O Governo admite que vai pôr fim à obrigatoriedade de provas de recuperação para os alunos que ultrapassavam o limite de faltas. As provas tinham como desvantagem incentivar os alunos a faltar mais às aulas.
Os alunos que ultrapassavam os limites estabelecidos tinham que realizar uma prova para aferir o estado das aprendizagens. Em caso de aproveitamento, as faltas dadas até ao momento podiam ficar sem efeito. Se não obtivessem aproveitamento, competia ao conselho de turma decidir se ficavam ou não retidos.
A actual proposta do Governo determina que, para os alunos que ultrapassem o limite de faltas, devem ser sujeitos a “medidas cautelares", tais como a realização de tarefas e actividades de integração escolar, o condicionamento no acesso a certos espaços ou a mudança de turma.
Há ainda que não esquecer que as faltas injustificadas devem ser comunicadas aos encarregados de educação no prazo máximo de três dias úteis.
Comentários (9)
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era mais justo...
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eu nao sei muito bem esse regime de faltas pois estou no profissional, mas ainda assim concordo plenamente.... era um incentivo enorme para faltarem e nem justificarem as faltas so para nao terem de ter a tal prova!
Realmente...
E os que falatavam injustificavelmente ficavam a rir-se, não?
Penso que quando o governo (educação) faz as leis para o estatuto do aluno, não pensa nas consequências e depois dá nisto. Ao fim de algum tempo as coisas ou são mudadas, ou são "anuladas".
Portugal, Portugal, Portugal.
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