
O ciclismo vai invadir as estradas de Portugal de 4 a 15 de Agosto, mais concretamente de Viseu a Lisboa, deixando o Algarve e o Alentejo de fora dos 1613,5 km que os ciclistas da 72ª Volta a Portugal vão ter de cumprir.
A 72ª volta a Portugal foi ontem apresentada nos Paços do Concelho, em Lisboa, a cidade que volta a acolher a última tirada, 10 anos depois de esta lá ter sido realizada. A maior parte da prova vai ser realizada a norte do país, e tem um orçamento mais baixo do que o suposto, devido à crise económica.
O orçamento está ligeiramente abaixo dos cinco milhões de euros, sendo este um valor já muito trabalhado, e abaixo do qual já não seria possível economizar muito mais.
O homem que se vier a consagrar campeão a 15 de Agosto será necessariamente muito completo. Esse atleta vai ter de estar muito atento nas etapas transitivas. Joaquim Gomes explicou que serão proporcionados locais para chegada ao sprint em que os velocistas encontrarão a sua oportunidade. O director referiu ainda que a última tirada será “uma quebra-pernas”, que liga Sintra a Lisboa e termina com cinco voltas num circuito que vai desde o Rossio até à Avenida da República.
Para além da dificuldade financeira, ainda há o problema do doping. A edição anterior foi ganha por Nuno Ribeiro, que acabou por ser punido por usar substâncias dopantes, como também os seus colegas de equipa Hector Guerra e Isidro Nozal.
É esta a volta que prova a popularidade da modalidade e que conta com a participação de 16 equipas, uma do Pro-Tour, seis do Escalão Continental e a selecção de Portugal.
Joaquim Gomes promete que esta vai ser uma prova que vai dar luta até na última etapa.










é uma pena apostarem em outras coisas com menos valor 





