
Subi pelo ramo de uma árvore
Sabendo que a esperança
Não era herança
Mas que balança na dança
Que encanta o brilho que se lança no horizonte.
Decido então caminhar até ao outro lado da ponte.
É cansativo, mas insiste a esperança!
Estou a morrer, mas insiste a esperança!
Sobrevivo através da escola da vida
Onde tento ser segurança de mim próprio
Tentando percorrer o mundo de um lado ao outro sóbrio.
Ser eu próprio é o meu lema.
Escrevo mas sou cego, surdo e mudo.
O dilema, do meu relevo,
Servo de uma terra que não é povoada
E onde sonho que faça sol numa noite de trovoada.
Oiço gritos pela alvorada,
Mas, espantada,
Brilha a estrela que durante a noite estava encantada!
Dedicado à Sara.


















