Sábado, 04 de Fevereiro de 2012

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O teu poema

A Preguiça

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fight-laziness

Quando o ano começa, eu vejo os meus cadernos, preparo a minha mochila para o primeiro dia de aulas e penso para mim mesma:

Ciclicamente

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inspirar_expirar_corretamente_e_um_antidoto_contra_o_estresse

Inspira e Expira

Actualizado em Sexta, 13 Maio 2011 14:01

Seguir sem sentir

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alfredomunhoz-caminhos

Hoje, a inspiração é quase neutra,

Actualizado em Quarta, 11 Maio 2011 15:54

Para o Filipe

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forum

Tudo começou relativamente há pouco tempo, mas por vezes a quantidade de tempo não quer dizer tudo mas sim a qualidade com que esse mesmo tempo é passado.

Actualizado em Sexta, 27 Maio 2011 09:59

Chama-me esperança!

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esperanca

Subi pelo ramo de uma árvore

Sabendo que a esperança

Não era herança

Actualizado em Quarta, 13 Abril 2011 11:30

Realidade Fictícia

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poema

Tu queres?

Actualizado em Sexta, 08 Abril 2011 11:58

Aos meus grandes amores...

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SV_-_Amor_e_musica_-_Lee_S

Actualizado em Segunda, 14 Março 2011 11:59

A ALEGRIA

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Alegria2

Aproveita o dia-a-dia ou morrerás a pensar na ALEGRIA que 
desperdiçaste escusadamente durante a vida.

Linhas

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poems1net

Escrever estas linhas melancólicas, angustiantes, foi por mim evitado, viver numa realidade alternativa à minha realidade, que é a minha própria realidade. Não sei como isto acontece, está sob meu controlo, mas por vezes começa a fugir, e eu começo a ser arrastada por uma corrente desconhecida e caio numa melancolia tão profunda, que tudo dói, dói tão dolorosamente, que parece que dói de verdade. Mas esta dor é apenas um vazio, sendo assim, como pode doer? Mas dói, e dói e dói, tão intensamente…

Como queria que não doesse, mas dói. E não sei como me libertar deste enclausuramento. Como quebrar a dor e partir livre. Por ventura, poderemos nós ser livres? Poderá esta dor desvanecer, melhor, desaparecer? Leva-a contigo, que eu já mais não posso com ela. Pesa-me no coração, pesa-me na alma, pesa-me no corpo, pesa em todo o meu ser, e dela não me consigo ver livre. Entranhou-se em mim de tal forma, corrompeu a minha alma e criou um buraco. Meu coração já mais não existe, a dor consumiu-o, e o meu corpo já não é mais do que um vislumbre do que outrora foi, cansado, frágil, prestes a quebrar. Já não posso comigo. O meu corpo cede, a minha alma acompanha.

Pessoas doentes, mundo doente. De tal maneira doente, que se vive uma pandemia. Mas que pandemia é essa? Esta pandemia, é de tal forma grave, que o mundo se encontra dividido em si próprio, cortado em partes, dilacerado. Está tudo perdido, perdido, perdido… Nada tem sentido, tudo é inútil. O meu corpo cede, minha alma acompanha.

Actualizado em Quinta, 03 Março 2011 11:10

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