Acordei, senti a pele gelada e desequilibrada, imaginei estar morta. Lentamente ganhei um ritmo, fez-me movimentar e erguer, coloquei um pé no chão frio que parecia desvanecer a cada toque, transportando-me para outra dimensão, colocando-me em frente de um espelho.
O teu poema
Dedicado a ti, namorada
As gotas da chuva fazem música no chão. Esse chão quente que tu pisas. As gotas da chuva molham a minha cabeça que só pensa em ti. O meu coração que te pertence.
Dor que dói
Cruel, sejas tu, maldita dor. Imóvel como o céu, Instável que nem o amor. Permanece recém chamada Indestrutível, abafada,
Proibida, abandonada. Esta minha dor que me mantém calada.
O olhar é a voz da emoção
Eu sou o Paulo Henriques, estudante da Escola Secundária Maria Lamas, 11º ano de Ciencias e Tecnologias. Para passar o tempo costumo fazer poesia...
Chave única
Caído no chão, apenas com uma chave na mão. Tento encontrar a fechadura que na minha cabeça perdura. Não abre portas, apenas pessoas...
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