Luzes, câmara, ação: comunicação, saúde e teatro preenchem o 3º dia da Academia Politécnico Lx

  

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O destino de hoje era a zona de Benfica. Após tomarem o pequeno-almoço no refeitório do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), os participantes da 1ª edição da Academia Politécnico Lx 2017 foram de metro até à primeira atividade do dia.

primeira

Antes de irem conhecer as instalações da Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), os participantes tiveram tempo para jogos de grupo. Entre a pipoca e o pato, a diversão contagiou todos os presentes.

segunda

À descoberta da Comunicação Social

Recebidos na ESCS por Jorge Veríssimo, Presidente da Escola, os participantes ficaram a conhecer a oferta formativa e as saídas profissionais que a Escola oferece. Assumindo-se como "a única escola do ensino superior onde a formação é exclusiva em comunicação", a ESCS "é pioneira em Portugal por conseguir ter uma componente aplicada da formação". Aos estudantes que queiram vir a ingressar a ESCS, o Presidente pede que "pensem, avaliem as outras instituições que existem e ao compararem com a ESCS irão chegar à própria conclusão pois é uma Escola muito diferente das outras".

terceira

Durante a manhã, e divididos em três grupos, os participantes conheceram o estúdio de rádio onde puderam experimentar o material que os estudantes da ESCS utilizam. Tiveram também oportunidade de visitar e simular uma entrevista entre estudantes no estúdio analógico - isto é, "que não recorre a cenários virtuais e por isso foi o primeiro que a ESCS construiu", contou-nos o responsável pela gestão do equipamento.

quarta

O momento alto da manhã foi a entrevista a Paula Luiz, atriz e escritora. Atualmente a representar o papel de Clara na telenovela Ouro Verde da TVI, respondeu às perguntas dos participantes que de forma independente e autónoma geriram todo o processo de produção da entrevista - desde a pré-produção, incluindo a operacionalização das câmaras, até à realização.

quinta
décima

A explorar as tecnologias da saúde

Após almoçarem nas instalações da Escola Superior de Educação de Lisboa (ESELx), foi tempo de apanharem o comboio para o Oriente. Aí, e apesar das temperaturas elevadas que se faziam sentir na capital, os participantes foram entre conversas e músicas até à Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL).

Foi no anfiteatro da ESTeSL que os participantes foram recebidos pela Presidente da Escola, Anabela Graça, que consciencializou os presentes da necessidade de "olhar para a saúde não como uma doença, mas sim pelo lado da prevenção". Prevenir é melhor do que remediar, concluiu, explicando ainda aos estudantes que esta Escola oferece competências para garantir que "a saúde que nos acompanha desde a nascença e a primeira vacina até ao final da nossa vida" é tratada de forma "cuidada e com uma evolução positiva, sendo profissões de futuro com grande aposta e saída profissional".

décima primeira

Divididos nas mesmas equipas em que trabalharam de manhã, os participantes exploraram três das áreas de ensino da ESTeSL. Enquanto que com os estudantes da licenciatura de Ciências Biomédicas Laboratoriais tiveram oportunidade de desvendar um crime ficcionado - como se pertencessem aos laboratórios do CSI, com os estudantes da licenciatura de Ortoprotesia puderam explorar o mundo das próteses e aprender o processo para a sua construção.

décima segunda

A outra atividade que realizaram durante a tarde foi desenvolvida pelos estudantes da licenciatura de Dietética e Nutrição, onde os participantes da Academia do Instituto Politécnico de Lisboa, em parceria com Forum Estudante, puderam aprender a interpretar as tabelas calóricas de vários alimentos. Tiveram ainda oportunidade de meter as mãos na massa e cozinhar tapioca sem açúcar - ainda que alguns preferissem o lado mais doce da cozinha, a maioria dos participantes garantiu que utilizaria esta receita em casa.

décima terceira

À conversa com as re-interpretações no Teatro D. Maria II

Em noite de estreia da peça Primeira Imagem realizada pelos estudantes e docentes da Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), no Teatro D. Maria II, o grupo dividiu-se em dois por questões logísticas. Metade dos participantes da Academia assistiu à peça encenada por John Romão que pretende re-interpretar o trabalho de Acconci e Nauman que, há 40 anos atrás, exploraram a possibilidade de nos dias de hoje sermos explorados pelas selfies e pela exposição do corpo nas redes sociais.

décima quarta
décima quinta

John Romão é o encenador da peça que estará em exibição até ao próximo domingo, 16 de julho, no Teatro D. Maria II. Esta traduz-se como "a primeira apresentação profissional dos estudantes finalistas da licenciatura em Teatro no Politécnico de Lisboa e por isso é a primeira impressão que eles transmitem". Assim, o autor da peça que cativou todos os presentes pela sua construção peculiar, alternativa e diferencial justifica a "constante necessidade de lembrança que os autores deixam na peça, completamente construída e ajustada por eles".

O restante grupo foi para a Residencial Maria Beatriz, no ISEL, onde desfrutaram de uma noite de convívio. Amanhã as equipas irão fazer as atividades inversas. Por agora, luzes desligadas que amanhã haverá mais ação.